mulher sem vergonha na cara - cognitivo comportamental
A. Técnica do Espelho (Exposição Gradual):
Não tente se amar de um dia para o outro. Comece com a neutralidade.
Olhe-se no espelho por 2 minutos por dia.
Em vez de usar adjetivos (feio, sujo, seboso), use descrições objetivas: "Aqui está meu nariz, aqui está minha bochecha, aqui está a textura da minha pele".
Se o julgamento vier, diga: "Eu estou tendo o pensamento de que meu rosto é feio". Note que é um pensamento, não uma verdade absoluta.
a minha mãe não foi, mas eu posso ser generosa comigo e com o meu rosto.
Exercício: Escreva em um papel: "Minha pele não é meu caráter. Minha pele é um órgão que reagiu a anos de estresse para me proteger." Tente tratar seu rosto com a compaixão que você teria com uma criança ferida.
Flashcards de Enfrentamento:
Ande com uma frase no celular ou na bolsa para momentos de ansiedade em público:
"Eu não sou mais aquela adolescente. Eu sou uma mulher de 56 anos, dona da minha história, e as palavras da minha mãe não definem minha aparência real."
as palavras da minha mãe não definem a minha aparência. o que definiu a minha aparência foi o estresse que eu passei com ela. foi o ódio que eu sentia de ser abusada diariamente.
Como você se sente ao pensar na ideia de olhar para o espelho apenas para descrever as partes do seu rosto, sem usar nenhum adjetivo de julgamento?
me sinto bem em liberar o meu rosto da opressão fálica da minha mãe - uma mãe fálica esquarteja a filha. usa lãminas para dissecar o rosto dela.
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